«Na poesia sou livre» «Livre», Resumo - A Poesia em 2012 (2013)
Honoré de Balzac (1799-1850)
«O amor é como o mar, que visto superficialmente ou à pressa pode ser acusado de monotonia pelos espíritos vulgares, ao passo que certos seres privilegiados podem passar toda a vida a admirá-lo, encontrando-lhe sempre uma diversidade que os encanta.»
A sedução não é uma «carreira». As «carreiristas» nunca são sedutoras. David Mourão-Ferreira Jogo de Espelhos
Alfred de Musset (1810-1857)
«Sei muito bem que neste mundo há calamidades que eu não poderei evitar; lamento as que não conheço, mas se sei de alguma devo tentar minorá-la. Por mais que faça, é-me impossível ficar indiferente perante a dor.»
«Aqui está um campino fumando gravemente o seu cigarro de papel que me vai emprestar lume.» * «Eurico era uma destas almas ricas de sublime...
Visconde de Meneses, «RETRATO DA vISCONDESSA DE MENESES» (1862)
ortografia
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.
John Ruskin (1819-1900)
«Os edifícios antigos não nos pertencem. Em parte são propriedade daqueles que os construíram; em parte das gerações que estão por vir. Os mortos ainda têm direitos sobre eles: aquilo por que se empenharam não cabe a nós tomar.»
Alfredo Keil, «O ATERRO EM 1881»
M. Teixeira-Gomes (1860-1941)
«Do passado, só me interessa, em arte e literatura, a obra que conservou beleza actual. Assim, esse nome estupendo: "Cartago", no sítio próprio, pouco me diz, além da paisagem onde o lugar persiste. Na solidão do meu gabinete de trabalho, ou nas salas de uma biblioteca, ele parece ganhar em ressonância, e sacudir a poeira dos inúmeros cartapácios que lhe registram a crónica; das suas ruínas pulverizadas, nenhuma "substância" espiritual me assiste.»
Friedrich Nietzsche (1844-1900)
«É o meu nojo, e não o meu ódio, que me devora a grandes dentadas a vida!»
Columbano Bordalo Pinheiro, «RETRATO DE ANTERO DE QUENTAL» (1889)
José Afonso (1929-1987)
Eu sou o meu próprio comité central.
Aurélia de Sousa, «Auto-Retratp» (1900)
Coelho Neto (1864-1934)
«Nós caminhamos sobre túmulos. Como os antigos guerreiros para tomarem de assalto os muros das cidades iam subindo pela mortualha, fazendo de cada cadáver o degrau da escada, nós vencemos à custa do que foi ».
D. Carlos I, O SOBREIRO» (1905)
Seguidores
Euclides da Cunha (1866-1909)
« Ouviu-os indiferente e contrafeito. Não sabia respondê-los. Tinha a frase emperrada e pobre. Além disso, tudo quanto saía do passo ordinário da vida não o comovia, desorientava-o, contrariava-o.»
Amadeu de Sousa-Cardoso, «COZINHA DA CASA DE MANHUFE» (1913)
«É sempre fácil baixar a cabeça diante da moda de cada época; o difícil é mantê-la sempre no lugar. É sempre fácil ser modernista, como é fácil ser um snob.»
E a apologia do certo,.. .
-
Nenhuma vez mais do que as outras vezes,
As desilusões,
As caixas de sonhos perdidas nas ruas de todos os dias,...
Os outros voltarem para casa,
Sem ...
Agrafos
-
Tendo em conta o agrafo retorcido,
o pós-operatório umbilical
com o desbridamento da ferida
em segunda intenção (acidental?)
que o deixou agastado com o modo...
O Primo Basílio: edição crítica
-
A edição crítica d’O Primo Basílio, vigésimo quarto título da Edição
Crítica das Obras de Eça de Queirós, contempla um dos grandes romances
queirosianos e...
o que tem feito com os monstros que cultiva?
-
Sempre sonhei demais. Digo, também durante o sono. Sonhos recorrentes,
quase tão tangíveis quanto a própria realidade. Na puberdade, piorou. Tinha
pesadelo...
O Poder
-
9.5.26
Grande Angular - O Poder – 1
Por António Barreto
*Vivemos tempos estranhos. *Nem sempre felizes. Mas ameaçadores. E
perigosos. O poder tudo ...
Vitor Manuel Caetano Dias - Faleceu ontem
-
Quem vos escreve é a filha do Vitor. O nosso pai faleceu ontem após um
periodo de doença. O velório acontece hoje apartir das 15h na Igreja Matriz
da Am...
Eleições num regime pós-fascista e empobrecedor (1)
-
Só um regime tolerante com o fascismo e o racismo ignora as suas próprias
leis. Diz a Constituição que: … “Não são consentidas… organizações racistas
ou qu...
Apresentação do “Um Número é + que 1 número”
-
Apresentação do meu livro “Um Número é + que 1 Número” em Coimbra, Estação
Elevatória de Coimbra – Biblioteca Carlos Fiolhais, na próxima terça-feira,
dia ...
Era inteira na mentira que você dizia
-
você ainda pensa?
que eu gosto de comer tudo com colher
e nas minhas meias engraçadas
que eu não alcançava o banquinho alto da sua cozinha
que quando ...
Lugares da vida e da ficção
-
«De Viana disseram-me os rapazes que a demora da Carlota Ângela é causada
pela falta de papel.Queria eu lá publicar este romance que estou
escrevendo, mas ...
Título qualquer serve
-
Regressei ontem aqui. Ter insónias tem vantagens: não conciliamos o sono,
mas reconciliamo-nos com o mundo que deixámos na sonolência que é o
quotidiano,...
O momento que mudou a vida a José Mourinho
-
Estava há dias a ver o documentário sobre José Mourinho na Netflix quando o
ouvi, no segundo episódio, a falar do período mais difícil que viveu como
trein...
Beauvoir made in America
-
Deux ans avant la publication de son œuvre la plus célèbre,* Le Deuxième
Sexe* (1949), Simone de Beauvoir entreprend un long voyage aux États-Unis,
répon...
Margo Price – All American Made
-
Rapid-fire follow-up to 2016’s debut Midwest Farmer’s Daughter.
The post Margo Price – All American Made appeared first on MOJO.
«Ele aguçou-lhe o olhar e deixou-o entrever as grandes palavras que enchem o peito humano, abriu-lhe a alma humana e a sua própria, fê-lo clarividente e mostrou-lhe o interior do mundo e por fim aquilo que está por trás de palavras e acções. Mas o que ele viu, foi isto: o cómico e a miséria, o cómico e a miséria.»
Sarah Affonso, «AUTO-RETRATO» (1927)
Raul Proença (1884-1941)
«O socialismo é um liberalismo penetrado de vontade, tentativa deliberada e permanente para pôr o mundo à escala humana.»
Stuart Carvalhais, «RETRATO DE FERREIRA DE CASTRO» (1928)
com o meu nome
Fernando Pessoa (1888-1935)
«A superioridade não se mascara de palhaço; é de renúncia e de silêncio que se veste.»
Roberto Nobre, «A CEGA SANHA DO POVO» (1935)
Em flagrante decilitro (2005)
Fidelino de Figueiredo (1888-1967)
«...só nos insurgimos com vital impulso contra o que em nós trazemos.»
Almada Negreiros, «Retrato de Fernando Pessoa» (1954)
Ferreira de Castro (1898-1974)
«Nenhum de nós é um só homem».
Maria Helena Vieira da Silva, «A POESIA ESTÁ NA RUA» (1974)
Blogs Portugal
Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944)
«A infância, esse grande território donde todos saímos! Pois donde sou eu? Sou da minha infância como se é de um país...»
Artur Bual, MULHER (1983)
Vercors (1902-1991)
«não posso ofender um homem sem sofrer, mesmo que esse homem seja meu inimigo.»
Carlos Farinha, «BANDEIRA BRANCA»
Dmitri Shostakovich (1906-1975)
«Ou dizemos a verdade sobre o passado, ou calamo-nos.»
A Guerra da Ucrânia, entre a Rússia e os Estados Unidos
1. Os humoristas de serviço pretendem que é uma luta de valores entre o mundo liberal e o iliberal. Humor negro, porque o único valor que o financismo e o complexo militar-industrial conhecem é o do "deus-dólar" (Eça de Queirós). Dirigidos por estes, os Estados Unidos procuraram neutralizar a Rússia, seu único rival militar, minando-a por dentro e desestabilizando as repúblicas vizinhas que ainda não estavam integradas na Nato: Geórgia, Cazaquistão, Ucrânia. Os bidens e os johnsons não passam de marionetas ao seu serviço. Tudo estava a ser preparado com a Clinton; o Trump, bilionário autossuficiente, foi um parênteses.
2. A Rússia sempre se dividiu historicamente entre o eslavismo antiocidental (Dostoievski, Soljenitsine) e a abertura ao Ocidente. A boa-fé e o ímpeto ocidentalizante foi torpedeado pela própria avidez dolarística. Diz-se que Putin, até aí defensor de uma cooperação, mudou de opinião quando assistiu à barbárie do Iraque e da invenção do pretexto da existência de armas de destruição maciça pelo selvagem do Saddam Hussein, tentando a administração americana, debalde, enganar o Mundo, mas enganando boa parte dos próprios concidadãos. Ou seja, Putin percebeu que a cúpula política norte-americana estava nas mãos de patifes notórios em quem não se podia confiar. A Rússia violou o Direito Internacional? Sim, claro, fazendo uma guerra preventiva.
3. Por razões que me escapam, a cúpula política ucraniana, foi ou quis-se enredada nesta estratégia suicidária, sacrificando o povo aos interesses geo-financeiros dos EUA. As zonas de influência sempre existiram e continuarão a existir; faz parte do poder dos impérios. A União Europeia transformou-se numa vassala dos americanos e uma extensão política da Nato, um péssimo serviço ao projecto europeu.
2 comentários:
Um dos meus álbuns favoritos a par do "A Passion Play" e Thick As a Brick".
Um bom domingo!
Todos óptimos.
Igualmente!
Enviar um comentário