Mostrar mensagens com a etiqueta Rory Gallagher. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rory Gallagher. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, novembro 09, 2018
quarta-feira, outubro 10, 2018
os amores inúteis #28
Os riffs etílicos do Rory Gallagher.
Etiquetas:
da música,
o livro dos amores inúteis,
Rory Gallagher
quarta-feira, abril 29, 2015
terça-feira, abril 21, 2015
sábado, outubro 12, 2013
quinta-feira, outubro 03, 2013
sábado, setembro 14, 2013
Rory Gallagher, o guitarrista de quem gostávamos.
Gallagher era simples e sério, profundamente honesto com o seu trabalho, e, talvez por isso mesmo, antivedeta -- rara excepção nesse tempo de rockers multimilionariamente kitsch. Em Guitar Héros (Paris, 1983), Hervé Picart, a propósito das qualidades humanas e artísticas do grande guitarrista irlandês, escreveu: «Alors que la plupart des guitar-heroes sont parvenus à se faire admirer, Gallagher posséde le privilège exorbitant de s'être fait aimer.»
Procurando fotos para ilustrar o post, encontro esta que ilustra bem as palavras do crítico francês. Há dez anos escrevi um poemeto intitulado Rory Gallagher: Follow Me. (tema de Top Priority). A estátua de David Annand, coincidência deliciosa, tem-no também inscrito na base.
Etiquetas:
da música,
David Annand,
Hervé Picart,
Rory Gallagher
sexta-feira, março 10, 2006
quarta-feira, novembro 30, 2005
His holy modal majesty
Mike Bloomfield. Há blues branco? Pergunta disparatada. Basta ir às discotecas com a respectiva secção para vermos que nem todos os músicos têm a tez escura... Há blues branco, há blues europeu (de John Mayall a Rory Gallagher), há blues tão branco que até é tocado por albinos, como é o caso de Johnny Winter, colaborador de eleição de Muddy Waters... Bloomfield foi um judeu de Chicago -- cidade dos blues, portanto --, guitarrista de outro judeu importante, um Zimmermann mais conhecido por Dylan; enquanto tal, é seu o dedilhar (também) eléctrico no álbum Highway 61 Revisited e na mítica «Like a rolling stone». Viveu e morreu num tempo que se esteve razoavelmente nas tintas para os blues; e ele respondeu com a progressiva degradação artística (faria música para filmes porno), e física, até ser encontrado morto por overdose no seu automóvel, ainda não completara os 38 anos. A ouvir, oh a ouvir!
Etiquetas:
Bob Dylan,
da música,
John Mayall,
Johnny Winter,
Mike Bloomfield,
Muddy Waters,
Rory Gallagher
sábado, abril 30, 2005
Rory Gallagher: Follow Me
A voz
grave, quase gutural,
amacia cada riff
dedilhado com nervo,
como se a vida se esvaísse
das cordas daquela fender.
Puro malte irlandês.
21-VI-2003
grave, quase gutural,
amacia cada riff
dedilhado com nervo,
como se a vida se esvaísse
das cordas daquela fender.
Puro malte irlandês.
21-VI-2003
Etiquetas:
da música,
Rory Gallagher
Subscrever:
Mensagens (Atom)



























































