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sexta-feira, novembro 09, 2018

quarta-feira, outubro 10, 2018

os amores inúteis #28

Os riffs etílicos do Rory Gallagher.

sábado, setembro 14, 2013

Rory Gallagher, o guitarrista de quem gostávamos.

Gallagher era simples e sério, profundamente honesto com o seu trabalho, e, talvez por isso mesmo, antivedeta -- rara excepção nesse tempo de rockers multimilionariamente kitsch. Em Guitar Héros (Paris, 1983), Hervé Picart, a propósito das qualidades humanas e artísticas do grande guitarrista irlandês, escreveu: «Alors que la plupart des guitar-heroes sont parvenus à se faire admirer, Gallagher posséde le privilège exorbitant de s'être fait aimer.»
Procurando fotos para ilustrar o post, encontro esta que ilustra bem as palavras do crítico francês. Há dez anos escrevi um poemeto intitulado Rory Gallagher: Follow Me. (tema de Top Priority)estátua de David Annand, coincidência deliciosa, tem-no também inscrito na base.

sexta-feira, março 10, 2006

Boas maneiras

Rory Gallaggher
fotografia de Rick Walton

quarta-feira, novembro 30, 2005

His holy modal majesty

Mike Bloomfield. Há blues branco? Pergunta disparatada. Basta ir às discotecas com a respectiva secção para vermos que nem todos os músicos têm a tez escura... Há blues branco, há blues europeu (de John Mayall a Rory Gallagher), há blues tão branco que até é tocado por albinos, como é o caso de Johnny Winter, colaborador de eleição de Muddy Waters... Bloomfield foi um judeu de Chicago -- cidade dos blues, portanto --, guitarrista de outro judeu importante, um Zimmermann mais conhecido por Dylan; enquanto tal, é seu o dedilhar (também) eléctrico no álbum Highway 61 Revisited e na mítica «Like a rolling stone». Viveu e morreu num tempo que se esteve razoavelmente nas tintas para os blues; e ele respondeu com a progressiva degradação artística (faria música para filmes porno), e física, até ser encontrado morto por overdose no seu automóvel, ainda não completara os 38 anos. A ouvir, oh a ouvir!

sábado, abril 30, 2005

Rory Gallagher: Follow Me

A voz
grave, quase gutural,
amacia cada riff
dedilhado com nervo,
como se a vida se esvaísse
das cordas daquela fender.

Puro malte irlandês.

21-VI-2003
Rory Gallagher Posted by Hello