domingo, setembro 25, 2016

só uma música

Paz (2002) é um óptimo disco de Eugénia Melo e Castro, excelente cantora, letrista e compositora. Todas as letras são suas, bem como quase todas as composições, em co-autoria com Eduardo Queiroz, que também produz. Paz é um álbum muito introspectivo e melancólico, e creio que esta última faixa, «Imagem», faz bem a súmula do conjunto. Ouvir todos os  7'26''.

canções portuguesas: #10 «Cuidado com as Imitações» (Sérgio Godinho, 1979)



Música e letra: S.G.

quinta-feira, setembro 22, 2016

E tudo é como foi imperfeito / e a seu modo permanece
Soledade Santos

50 discos: 13. YES (1969) - #3 «Yesterday And Today»



quarta-feira, setembro 21, 2016

Sócrates, Lula e os justiceiros

Se o comportamento da Justiça em Portugal, no que respeita a Sócrates e a outros, é a rebaldaria que se vê, independentemente das contas que terão a prestar (convém escrever sempre isto, para aplacar os masturbadores anti-Sócrates), no caso de Lula, a mesma Justiça (ahahah...) é infecta. Aquele procurador ainda consegue parecer mais estúpido do que o Ventinhas sindicalista.
Como é que o retirante salvo da fome e quase iletrado ousou?; como teve o topete na puta da sua vida de se tornar presidente do país que lhe dava a favela como destino?

50 discos: 50. WE'LL NEVER TURN BACK - #3 «We Shall Not Be Moved»


segunda-feira, setembro 19, 2016

(no intervalo dos soluços do Prós e Contras sobre o 'burquíni')

Excelente, Inês Pedrosa; Miguel Vale de Almeida, as parvoíces do costume. 
Entretanto, a emissão teve um enfarte.
Adenda: André Freire, a tocar nos pontos exactos (conflitos de direitos, se é que de direitos se trata quando não há autonomia, e outros); Faranaz Keshavjee, o parti pris que não se assume, e mais não digo para não ser descortês.

microleituras

Conferência proferida por Joaquim Paço d'Arcos no Instituto Britânico, em Lisboa, a 30 de Novembro de 1954, data em que o estadista inglês completava oitenta anos.
O texto é esplêndido de informação, concisão e empatia do romancista português (um dos mais importantes da primeira metade do século XX) e essa figura titânica no imaginário contemporâneo, galardoada no ano anterior com o Prémio Nobel de Literatura, pelo conjunto da obra, em especial The Second World War, só então concluída. Galardão que, de resto, suscitou, desde então, várias perplexidades. Só que não seria o primeiro nem o último Nobel literário entregue a um não ficcionista: o historiador alemão Theodore Mommsen recebeu-o em 1903, e ainda no ano passado, a jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich seria também distinguida.
A conferência, propriamente dita, é a resenha de um admirador português, escritor, conservador e colonialista no sentido histórico do termo, pontos de identidade com o homenageado.

início:
«MINHAS SENHORAS E MEUS SENHORES: / Convidado há muito pelo Instituto Britânico para pronunciar uma conferência nas suas salas hospitaleiras, só agora a minha vida pesada me permitiu retribuir, com a desvaliosa moeda da minha palavra, todas as atenções de que nesta casa tenho sido alvo.»

Autor: Joaquim Paço d'Arcos, Churchill -- O Estadista e o Escritor, Lisboa, s,d,

«Singapura»

Um vídeoclip do meu filho António para o EP de estreia dos Moda Americana.

sexta-feira, setembro 16, 2016

João Almeida,


com batatinhas fritas


(e um pratinho de hóstias consagradas)