São várias as mulheres, não se vêem. Já uma vez tinha ouvido estes gritos lancinantes, quando, há uns anos, foram detidos uma série de indivíduos, no Porto, creio que no caso da máfia da noite, ou coisa que o valha. Então como agora, à porta do tribunal do Barreiro, os mesmos gritos, dramáticos, quase guturais. Gritos que não sei interpretar: se de desespero ou de conforto, se juras de fidelidade na adversidade ou ritual colectivo de raiva contra o mundo.
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 2 dias
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