Mostrar mensagens com a etiqueta Seixas da Costa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Seixas da Costa. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, outubro 11, 2024

o Prémio Nobel da Paz, é um recado para quem pôs a Europa em pé de guerra -- e quem foram eles, quem foram?... Não, pá, não foram os russos...

Histórias da carochinha para adormecer meninos, patranhas para tapados, em especial "especialistas" em Relações Internacionais e Direito Internacional, pobrezinhos que tão boa conta de si têm dado. Ainda ontem, em "debate" (boa piada) com o major-general Agostinho Costa.

(Por falar nisso: nunca mais vi o embaixador Seixas da Costa, desde que num dos momentos mais hilariantes destes debates, a propósito do míssil hipersónico disparado do Iémen, Agostinho Costa disse qualquer coisa como isto: "Se o senhor embaixador acha que foram os hutis* a disparar um míssil hipersónico, eu tenho uma ponte para lhe vender..." Não foi brilhante?) 

Ah, o Nobel da Paz parece ter sido muitíssimo bem atribuído.


O corrector corrige mal: houti, como ele quer é à francesa; portanto, hutis.

sexta-feira, setembro 01, 2023

o Kuleba manda-os calar, ao lado da criatura espanhola dos Negócios Estrangeiro, e por cá reduz-se o pio ao general (ucranianas CCVII)

Às quintas, para ouvir Agostinho Costa sobre a guerra da Ucrânia, aturo, por masoquismo, os palavrosos Azeredo Lopes e Seixas da Costa. Este, diplomata, é especialista em discursos redondos, e, talvez pelo título de embaixador, beneficia da deferência do major-general; o outro, professor de RI e afins, ex-ministro da Defesa, é um incontinente arrogante e ignorante, já posto em xeque no seu desconhecimento por Agostinho. O problema não é esse, nem é sequer o de porem os loquazes comentadores a elaborar sobre operações militares, de que não percebem patavina e cuja impreparação é notória e confrangedora. O pior é o jeitinho das pivôs de turno: hoje (ontem) aconteceu, e não foi a primeira vez, que Costa falou menos uma vez do que os colegas de painel. Faz sentido: restringe-se o discurso ao único que sabe o que diz.