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segunda-feira, agosto 27, 2018
quarta-feira, setembro 06, 2017
quinta-feira, outubro 13, 2016
How does it feel?...
Depois do Prémio Nobel para Dylan, Chico Buarque e Sérgio Godinho já podem receber o Camões.
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sábado, março 28, 2015
quarta-feira, fevereiro 25, 2015
quarta-feira, agosto 20, 2014
Robert Wyatt: "música de intervenção"
Apesar de gravada pouco antes por Elvis Costello, Robert Wyatt (baterista fundador dos Soft Machine), decidiu fazer uma versão de Shipbuilding, logo após o fim da Guerra das Falkland, considerando -- em entrevista à Classic Rock (#200, 8/2014) -- que ambos, Wyatt e Costello, ainda hoje sentem necessidade de cantá-la.
Sobre a música de intervenção política e social escrita nos anos 60, o músico britânico distingue Masters Of War, de Bob Dylan, Universal Soldier, de Buffy Sainte-Marie, e, acima de todos, o verdadeiro catalisador, A Change Is Gonna Come, de Sam Cooke: "That set the tone for musicians taking a critical look at the establishment."
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sábado, agosto 09, 2014
Steve Harley: literatura americana e Dylan
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domingo, janeiro 19, 2014
2 ou 3 epígrafes
1- Bob Dylan Lonely? Ah yes / But is the flowers and the mirrors / Of flowers that now meet my / Loneliness / Anda mine shall be a strong loneliness / Dissolvin' deep / To the depths of my freedom / And that, then, shall / remain my song. (em Auto dos Danados, de António Lobo Antunes).
2- Byron Não é na tempestade nem na luta / Que, inermes, ansiamos não mais ser, / Mas no silêncio após, na fímbria extrema, / Quando um sopro só nos resta de vida. (em O Trono e o Altar, de Maurice Baring).
3- Cervantes Heles dado el nombre de ejemplares, y si bien lo miras no hay ninguna de quien no se pueda sacar un ejemplo (em Contos Exemplares, de Sophia de Mello Breyner Andresen).
4- Gil Vicente E mais as boas pessoas / são todas pobres a eito; / e eu por este respeito / nunca trato em cousas boas, / porque não trazem proveito. / Toda a glória de viver / das gentes é ter dinheiro, / e quem muito quiser ter / cumpre-lhe de ser primeiro / o mais roim que puder. (em Autos dos Danados, de António Lobo Antunes).
5- Gustave Flaubert Quando se escreve a biografia de um amigo, deve-se fazê-lo como se nos estivéssemos a vingar por ele (em O Papagaio de Flaubert, de Julian Barnes).
6- Sá de Miranda Logo meus olhos ergui / à casa antiga e à Torre / e disse comigo assi: / 'Se Deus nos não val aqui, / perigoso imigo corre!' (em A Torre da Barbela, de Ruben A.).
domingo, novembro 10, 2013
O meu LEFFest 2013 #2
Inside Llewyn Davis, Joel & Ethan Coen (EUA/França, 2013). "Selecção oficial - Fora de competição". Nova Iorque, 1961. Um bom folk-singer que não consegue passar da mediocridade dos pequenos bares e das editoras farruscas. Porquê? Não sei, a música é fantástica. Talvez ausência de carisma... A verdade é que tudo lhe corre mal, das grandes aspirações às ocorrência mais prosaicas do dia-a-dia. Na noite em que definitivamente atira a toalha ao chão e a câmara o segue para a porta das traseiras, percebemos de soslaio que um jovem de guitarra nas mãos e harmónica presa à altura da boca, começa a cantar com uma voz fanhosa. De quem se trata, todos sabemos, e os Coen dispensam-nos de referir-se ao óbvio. A voz fanhosa acompanha os créditos finais.
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terça-feira, setembro 13, 2011
quinta-feira, junho 30, 2011
quarta-feira, maio 18, 2011
quinta-feira, abril 14, 2011
sábado, março 05, 2011
terça-feira, outubro 24, 2006
Dylan rock & folk


Dylan electrificado deu a polémica que se conhece, há pouco revisitada por Martin Scorsese no excelente «No direction home». Muito contestado pelos militantes do folclore, o músico pretendeu, nessa altura, agradar a gregos & troianos nos seus espectáculos: uma primeira parte mais folk e acústica, a outra mais rock e eléctrica. É o que se vê neste «George Jackson», tema nunca editado em álbum de originais: só que aqui -- imposições do mercado... --, a «Big band version» vinha no lado A e o Bob Dylan dos puristas, no outro.
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sábado, janeiro 28, 2006
quarta-feira, novembro 30, 2005
His holy modal majesty
Mike Bloomfield. Há blues branco? Pergunta disparatada. Basta ir às discotecas com a respectiva secção para vermos que nem todos os músicos têm a tez escura... Há blues branco, há blues europeu (de John Mayall a Rory Gallagher), há blues tão branco que até é tocado por albinos, como é o caso de Johnny Winter, colaborador de eleição de Muddy Waters... Bloomfield foi um judeu de Chicago -- cidade dos blues, portanto --, guitarrista de outro judeu importante, um Zimmermann mais conhecido por Dylan; enquanto tal, é seu o dedilhar (também) eléctrico no álbum Highway 61 Revisited e na mítica «Like a rolling stone». Viveu e morreu num tempo que se esteve razoavelmente nas tintas para os blues; e ele respondeu com a progressiva degradação artística (faria música para filmes porno), e física, até ser encontrado morto por overdose no seu automóvel, ainda não completara os 38 anos. A ouvir, oh a ouvir!
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