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quarta-feira, julho 04, 2018
quarta-feira, junho 04, 2014
todos solam
Atlanta Blues (Make me A Pallet On Your Floor).
Versão de W. C. Handy de um standard de autoria desconhecida, remontando ao século XIX. Satchmo dialoga consigo mesmo, trompete e scat, todos solam. Arvell Shaw, no contrabaixo -- anota George Avakian no texto de contracapa --, brinca com Pops, que não era propriamente um fã de Charlie Parker, citando Ornithology...
Versão de W. C. Handy de um standard de autoria desconhecida, remontando ao século XIX. Satchmo dialoga consigo mesmo, trompete e scat, todos solam. Arvell Shaw, no contrabaixo -- anota George Avakian no texto de contracapa --, brinca com Pops, que não era propriamente um fã de Charlie Parker, citando Ornithology...
Em baixo, a canadiana Bria Skonberg, excelente.
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W. C. Handy
quinta-feira, dezembro 15, 2005
Nunca morrer,

sem ouvir e re-ouvir, muitas vezes, o álbum Louis Armstrong Plays W. C. Handy -- qualquer coisa como o pai do jazz a homenagear e tocar o pai dos blues, músicas que nenhum deles propriamente inventou mas que contribuíram decisivamente para fixar e standardizar. Handy foi também uma espécie de etnomusicólogo, recolhendo e anotando uma série de temas que músicos anónimos negros iam tocando itinerantemente pelo sul dos Estados Unidos, à guitarra e ao banjo, e por vezes ao piano, durante o século XIX e princípios do XX. Este disco é uma jóia, e claro que lá estão aquelas que Eric Hobsbawn (também um grande crítico de jazz) considerou como algumas das melhores composições de Handy: «St. Louis Blues», «Memphis Blues», «Yellow Dog Blues» e «Beale Street Blues», datadas de 1912-16. Armstrong (trompete e voz) está soberbo, acompanhado por Velma Middleton (voz), Trummy Young (trombone), Barney Bigard (clarinete), Billy Kyle (piano), Arvell Shaw (contrabaixo) e Barrett Deems (bateria). Nas preciosas notas da contracapa, George Avakian dá-nos este testemunho do «pai dos blues»: «"I never thought I'd hear my blues like this." W. C. Handy said again and again. "Truly wonderful! Truly wonderful! Nobody could have done it but my boy Louis!"»
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