Mostrar mensagens com a etiqueta Nuno Gonçalves. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nuno Gonçalves. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, abril 26, 2024

150 portugueses: 41-45

41. Leopoldo de Almeida (1898-1975). Escultor modernista, dos maiores da arte portuguesa, é sua a extraordinária estatuária do Padrão dos Descobrimentos. Pai da artista plástica Helena Almeida.

42. D. Manuel I (1469-1521). Apesar de neto de D. Duarte e irmão da rainha D. Leonor, teve a ventura de o trono lhe cair no colo, sem saber ler nem escrever. É o rei da nossa idade de ouro (Gama, Cabral, Albuquerque, Gil Vicente, Camões...), coligiu e renovou a  legislação nas Ordenações Manuelinas, criador e confirmador de concelhos. Deu nome a um peculiar gótico tardio, o «manuelino». O Mosteiro do Jerónimos é, no fundo, o seu jazigo...

43. Nuno Gonçalves (1420/30 - c. 1490). Pintor de que pouco se sabe, não havendo sequer a certeza se terá sido mesmo o autor dos Painéis, o maior tesouro da pintura portuguesa de todos os tempos. 

44. D. Pedro I (1320-1367). Um tresloucado que reinou por uma década, protagonista real de uma das grandes histórias de amor da humanidade, para a qual deu contributos decisivos, v.g. os túmulos, dele e de Inês de Castro, em Alcobaça, conhecida e pasmada em todos os azimutes.

45. Raul Lino (1879-1974). Arquitecto de mão-cheia, não é o criador da chamada casa portuguesa, sendo contudo seu teorizador e prático, e à qual o seu nome ficou ligado.

quinta-feira, maio 20, 2021

quarta-feira, dezembro 06, 2017

"Como és belo, meu Portugal"*

Não se admirem, por favor; quanto aos Painéis, quando Joaquim de Vasconcelos, na companhia de Ramalho Ortigão, deu com a obra de Nuno Gonçalves, em S. Vicente de Fora (que haviam já sido assinalados pelo monsenhor Elviro dos Santos), aqueles foram salvos de servirem como tábuas para andaimes, ou coisa que o valha. O Forte de Santo António, nem é tanto por lá ter caído o velho Botas, mas a memória da Restauração e da independência nacional que representa a quase totalidade das fortificações marítimas, mandadas erigir por D. João IV, para prevenir uma invasão espanhola, semelhante à do Duque de Alba, em 1580 -- função simétrica, aliás, às dos castelos da raia.
Coisas que não interessam nada a quase ninguém. É o tal défice de que falava Costa.



(* Luís Cília)

quarta-feira, maio 31, 2017

estampa CCXLVII - Nuno Gonçalves

Políptico de São Vicente (séc. XV)
Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa