terça-feira, maio 15, 2018

Israel compromete o seu direito à existência

Fui um admirador do estado de Israel, pelo menos até à reiterada confiança que o seu eleitorado tem dado a um tipo pouco recomendável, chefe de governos que albergam organizações ultranacionalistas e religiosas.
Até agora, fui um defensor da existência de Israel; mas quando vejo um estado abater como gado gente que se manifesta contra a ocupação da terra que lhe foi roubada e da qual foi expulsa (não precisam de ser mulheres, crianças e velhos) --, não só não me apetece continuar a defendê-lo, como estou a um passo de considerar a sua existência nociva.

2 comentários:

maria franco disse...

Estava à espera dum comentário seu, sobre este assunto.
Ainda bem que o fez e reconhecendo a barbaridade do
que aconteceu, contra gente que só tem pedras para
arremessar. Raramente me interesso por acontecimentos
políticos, mas este chocou-me demasiado. E o "ogre"
americano lá continua a dar cartas viciadas...

Ricardo António Alves disse...

Obrigado, Maria.
O que ele fez com o acordo com o Irão é infame, além de perigoso.