Mostrar mensagens com a etiqueta Nicol Quinayas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Nicol Quinayas. Mostrar todas as mensagens

sábado, junho 30, 2018

mandar de volta os portugueses de merda para o buraco donde saíram

Não apenas o animal que espancou a jovem colombiana Nicol Quinayas, como os polícias que se desinteressaram da miúda que acabara de ser violentada. 
A confirmarem-se as notícias, estes agentes da Polícia de Segurança Pública faltaram gravemente ao seu dever e desonraram a farda e o estado português. A sua acção deve ser averiguada, e apurando-se a negligência grosseira e a desonra que ela implica, terão de ser exemplarmente punidos -- de acordo com a penalização prevista no estatuto disciplinar, bem entendido, porém, negligência e desonra configuram faltas graves, com sanção disciplinar adequada. 
Criaturas deste jaez deveriam ser mandados de volta para o terrunho das berças ou para os subúrbios donde foram evacuados, de preferência de quarentena, e proibi-los de voltarem a pôr os pés numa cidade enquanto não estivessem reeducados -- assim um pouco como se faz com aqueles cães agressivos que têm de ser ressocializados (o PAN também deveria pensar nestes bichos).
Cruzo-me diariamente com um certo povo de merda, empregaditos de mesa, lojistas, seguranças, motoristas, pequenos funcionários, trolhas, manicures & pedicures, uns miseráveis mal pagos, grosseiros, alienados pelo consumo a prestações, pelas revistas de mexericos e pelos futebóis, criaturas exploradas que arrotam o lamentável insulto racista contra o preto, o cigano, o brasileiro, o monhé.
Também há energúmenos daqueles noutras estratos sociais, todos conhecemos alguém; eu conheço vários e desprezo-os; mas o lumpen racista é tão grotesco que nem o desprezo alcança; só mão pesada é susceptível de produzir qualquer coisa que se assemelhe a sinapses dentro daquelas cabecinhas com cortes de cabelo à estúpido.