Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Amaro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Luís Amaro. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, junho 04, 2018

«A cama a voar telúrica, estilhaçada pelo ruído dos corpos.» Aal Aarão, «Namoro e pão com tâmaras», in Viola Delta vol. XLIII (edição de Fernando Grade, 2006)


«Este vento que, há muitas horas, clama, / Bem o sinto cá dentro: é por mim que ele chama...» Mário Beirão, «Peregrinação», Mar de Cristo (1957) / Caminhos da Moderna Poesia Portuguesa (1960, edição de Ana Hatherly)


«Ouvir a música do instante que passa / E recolhê-la no coração, / Olhos fechados à dor e à desgraça, / Os ouvidos atentos à canção / Do instante que passa.» Luís Amaro, «Fuga», As Folhas de Poesia Távola Redonda (edição de António Manuel Couto Viana, 1988)