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segunda-feira, outubro 01, 2018

«Canto o carvão e as cinzas / as gazelas e os peixes / na fogueira contínua das cavernas. [...]»  -- «O canto e as armas», Manuel Alegre, O Canto e as Armas (1967)

«De nossos olhos / uma palheta irisa a fenda / que há nos céus sujos / da terra. [...]» -- «Uma certa dignidade», Sebastião Alba, A Noite Dividida (1996)

«Vista por fora é pouco apetecida, / porque aos olhos por feia é parecida; / porém dentro habitada / é muito bela, muito desejada, / é como a concha tosca e deslustrosa, / que dentro cria a pérola fermosa.» -- «À Ilha de Maré, termo desta cidade da Baía», Manuel Botelho de Oliveira, Música do Parnaso (1705) / José Valle de Figueiredo, Antologia da Poesia Brasileira (s.d.)


quinta-feira, agosto 02, 2018

«Como saltar dos meus versos / para os teus braços?» Ana Hatherly, Fibrilações (2005)

«Escrevo como quem da mágoa / se despede e é outra cor» Fernando Jorge Fabião, Nascente da Sede (2000)

«Seu descuido em seu fogo desculpava; / Que mal feria o sol tão penetrante, / Onde maior incêndio a alma abrasava.» Cláudio Manuel da Costa, in José Valle de Figueiredo, Antologia da Poesia Brasileira (s.d.)