Um poemeto acolhido aqui, com a benevolência de José Pascoal, a quem agradeço.
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terça-feira, novembro 05, 2019
sábado, junho 08, 2019
vozes da biblioteca
«E mal o fogo destruiu o cadáver e as armas, / plantámos uma estrela num montículo, e, ao alto, / o seu remo de fácil manejo» António Barahona, Pátria Minha (1980)
«Lá fora, / Dizem que sou deste mundo.» José Pascoal, «A incerteza do poeta», Sobe Este Título (2017)
«Se o caminho é falso, é comigo... / Que linda voz me está a chamar!» José-Aurélio, «Primeiro poema do quarto assombrado», As Folhas de Poesia Távola Redonda (edição de António Manuel Couto Viana, 1988).
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segunda-feira, fevereiro 25, 2019
vozes da biblioteca
«Dedico este poema aos foragidos, / Àqueles que saem à noite e não voltam, / Aos animais que ninguém pode domesticar, / Aos objectos que se partem / Sem que ninguém os toque.» José Pascoal, «Dedicatória», Sob Este Título (2017)
«Imagina o que serás amanhã, daqui / A seis meses, ao fim de um século, não / Gastes o instante: o agora é nunca. [...]» Rui Almeida, Muito, Menos (2016)
«Noite, / noite velha / nos caminhos.» Eugénio de Andrade, «Nocturno», Primeiros Poemas
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domingo, fevereiro 24, 2019
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