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quinta-feira, junho 21, 2018
domingo, outubro 15, 2017
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terça-feira, junho 06, 2017
sexta-feira, março 10, 2017
segunda-feira, maio 23, 2016
só uma música
Não tenho muito para dizer, a não ser que se trata duma canção perfeita, com tudo no sítio.
De Aladdin Sane (1973).
segunda-feira, janeiro 11, 2016
David Bowie
De David Bowie (1967) a Black Star (2016), vão 49 anos (!) e, se bem contei, 26 álbuns de originais. Desses, tenho, hoje, 11-I-2016, cerca de um quarto, seis discos (2 LP + 4 CD), o que faz de mim um apreciador modesto, mas não indiferente. A saber: Aladdin Sane (1973), Low (1977), "Heroes" (1978), Scary Monsters And Super Creeps (1980), Heathen (2002) e The Next Day (2013). Todos os anteriores ao Aladdin Sane são para comprar, e tenho, pelo que li e já ouvi, muita curiosidade pelo Black Star.
A persona de Bowie deixa-me indiferente, não é o meu universo, embora reconheça que há nela uma construção coerente com a música. Esta é que me interessa, pelo que tem de inconformismo entusiasmante, mesmo que haja cenas com Eno que não me comovem,ou os desastres de excessivo comercialismo (Let's Dance, 1983) que dele me afastaram, talvez por demasiado tempo.
Mas como me estreei com o pé direito, em 1980, com o Scary Monsters, o primeiro disco seu que comprei, ficar-me-á sempre esse som pouco resignado, que partilhou com outros nomes dessa geração, e que tal como ele permanecem interessantes: Peter Gabriel, Peter Hammill, Robert Fripp, Robert Wyatt.
A persona de Bowie deixa-me indiferente, não é o meu universo, embora reconheça que há nela uma construção coerente com a música. Esta é que me interessa, pelo que tem de inconformismo entusiasmante, mesmo que haja cenas com Eno que não me comovem,ou os desastres de excessivo comercialismo (Let's Dance, 1983) que dele me afastaram, talvez por demasiado tempo.
Mas como me estreei com o pé direito, em 1980, com o Scary Monsters, o primeiro disco seu que comprei, ficar-me-á sempre esse som pouco resignado, que partilhou com outros nomes dessa geração, e que tal como ele permanecem interessantes: Peter Gabriel, Peter Hammill, Robert Fripp, Robert Wyatt.
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domingo, setembro 21, 2014
domingo, agosto 31, 2014
Ashes To Ashes
Uma das músicas da minha vida. Aos 16 anos já tinha suficientemente melancolia em mim para me deixar subjugar por esta toada triste, que os últimos acordes da guitarra-sintetizada acentuam. Em cima, Bowie ao vivo na BBC, creio que em 2000; em baixo o clip original.
segunda-feira, julho 14, 2014
a lad insane
O título, Aladdin Sane, "a lad insane", toda a música, do riff ao refrão, é estupenda. O início, cada interveniente como que se estuda, até o baixo e guitarra acompanhando-se e dando suporte ao "Whoooo, will love Aladdin sane?" O solo do piano de Mike Garson, jazzístico e vanguardista (com o sax de Ken Fordham intrometendo-se), dá o plus que desde sempre a mantém nos nossos ouvidos.
domingo, janeiro 05, 2014
segunda-feira, abril 15, 2013
Richard Thompson dixit
«Perfection is a false goal. The perfect record is the one with faults.»
(entrevista Prog # 34, Março de 2013).
«We looked at what David Bowie was doing, or what proto-progressive like The Nice -- who we used to go and see at The Marquee -- were doing and we thought, "This is more radical". [...] With Fairport [Convention] we were reconnecting with the roots of British music, and that, to us, was as radical as John Cage!»
(entrevista Prog # 34, Março de 2013).
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The Nice
sexta-feira, agosto 19, 2011
terça-feira, julho 12, 2011
sexta-feira, maio 13, 2011
segunda-feira, dezembro 12, 2005
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