À TUA ESPERA
Tranquila e serena
a nossa casa
nos quatro cantos
o sol do meio-dia
à tua espera alegre
e descansada
injecto-me de amor às
escondidas
Sobre a garganta passo
os dedos espessos
e a roupa uma a uma
vai caindo
para que então amor
com os teus dedos
quando vieres me vás
depois vestindo
Candelabro / Poesia Completa - 1
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 12 horas
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4 comentários:
excelente :)
Então? Não respondes ao desafio? Ou ainda não foste ao Prazeres...?
Fui aos Prazeres e, de repente, assustei-me, porque aterrei no belo poema que lá tens. Depois, mais abaixo, é que vi o elenco das taras, só que faltam-me as qualidades... Tipo, assim de repente não estou a ver... Um abraço.
Ok. Também acho que poderia perturbar aqui a coerência.
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