Quando o jovem maestro Thomas Beecham resolveu trabalhar a música serena e aparentemente idílica do seu compatriota Delius, este, residente em França, era pouco conhecido dos melómanos britânicos, situação que seria alterada pelo futuro grande regente. Leio numa passagem do último secretário de Frederick Delius, Eric Fenby (citado num livreto da série «Great Recordings of the Century», A Voz do Dono), que o maestro se deixou impregnar pela poética do seu compositor de eleição, nunca o consultando por julgar que não carecia dos conselhos do criador. E parece que tinha razão ao tomar essa atitude de distanciamento: segundo Fenby, quando Delius ouvia a sua música executada em directo na rádio sob a batuta de Beecham, costumava dizer: «Perfect, Thomas, perfect».
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 1 dia
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