pedes-me palavras
(só tenho as sílabas do desespero para te dar)
pedes-me amor
(nada mais vislumbro senão carne faminta a saciar)
pedes-me a imortalidade
e eu ergo o muro da descrença de alguma vez te ter
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 12 horas
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2 comentários:
Que bonito...
Obrigado, Sofia.
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