Eu digo-te como é a cara dos
que sofrem muito, aqueles
que as tuas lágrimas não
salvam e haviam já
morrido quando
deste por eles.
É a cara da
surpresa pelo
limite do
suportável da
existência há
muito passada -- e
eles vivem, sem
querer viver, contra
eles vivem e
nós miramos de
longe o rosto
da dor a
máscara da
desesperança a
morte em vida.
correspondências
-
* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 12 horas
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4 comentários:
E é um horror, por não se conseguir socorrer todos.
...como não houve ninguém a socorrê-los, ou como puderam ser impotentes para o fazer...
Uma poesia forte, RAA!
Parabéns! :)
Espero que sim, Ana Paula.
Obrigado :|
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