TARDES
Tardes de outrora
tão macias, quietas
como nuvens de algodão azul!...
(mas, lá no fundo,
escondendo setas
que me ferem ainda...)
tardes de hoje,
tratai as minhas feridas
com pensos de algodão azul...
Obra Poética
(edição de Luiz Adriano Carlos)
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 11 horas
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