SETEMBRO, FIM DE TARDE
a varanda era o respeito e o silêncio de onde a casa se erguia.
a minha mãe talvez fosse a sua própria voz. eu era muito novo.
a paisagem e a vida diante de mim. os pombos levavam o
meu peito em círculos no céu.
e havia uma fonte, porque há sempre uma fonte distante
na voz da minha mãe.
A Casa, a Escuridão
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 12 horas
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3 comentários:
li Uma casa na escuridão, o outro livro. fiquei a umas páginas do fim. doía demasiado
POrque será que ao ler José Luís Peixoto oiço ao longe a voz do Eugénio de Andrade? Uma boa escolha.Uma forma de dizer muito especial!
Este poema é bonito, mas o Peixoto não me convence…
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