VELHO AO PORTÃO
O tempo atravessa-o de saudade
E por isso espreita o portão fechado
Da antiga casa em ruínas
Restam grades
Arcadas em ferrugem
Muros de tela verde
E um imenso espaço devastado
Pelo caos de terraplanagens
Ofuscados pela Luz
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 12 horas
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