segunda-feira, abril 18, 2016

uma carta de D. João de Castro

Apesar dos contornos pouco nítidos da carta, pelo menos para um não-especialista na figura e/ou período, os sentimentos de preocupação paternal -- até porque o vice-rei da Índia perdera já um filho em campanha militar -- e a cumplicidade maliciosa na estúrdia, são suficientemente atemporais para que não leiamos esta missiva regalados pela verdade que encerra.

(ler)

4 comentários:

Paula Lima disse...

E esperava-se semanas e meses para que uma missiva chegasse às mãos! (como sobrevivemos nós e todos os outros antes dos aparelhómetros que enchem as nossas vidas? que saudades de escrever e receber cartas!)

Ricardo António Alves disse...

A mim, fazem-me falta os cartões de Natal, que a minha Avó costumava pôr no parapeito da lareira.

Paula Lima disse...

Lá por causa disso, fica prometido um cartão no próximo Natal, em ponto de cruz, para animar a lareira!

Ricardo António Alves disse...

Que maravilha! :)