ENTRE FOLHAS E FRUTOS
As árvores mordem-nos na alma
as suas próprias folhas,
antes que a seiva, de todo, se derrame.
Esbracejam, tensas,
contra o silêncio das madrugadas outonais.
Os frutos, de tão maduros,
caem ruidosamente
nas herdades, enfim, abandonadas:
natural vingança
que as palavras namoravam.
Até no Odor da Pedra...
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 11 horas
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