Dois fora-de-série, dois geniais, Chico Buarque e Gilberto Gil (vi ambos no Coliseu, com uns trinta anos de intervalo...). A autoria está repartida, embora me pareça que a letra é claramente buarquiana quanto ao fundo, mas também pela forma exímia da rima interna. A música é limpidamente de Gil, com uma alegria e um balanço inconfundíveis.
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 2 dias

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