Quando uma ditadura recua, abre um precedente que se instala como um vírus. Não recuando e mantendo-se o braço-de-ferro, pode a China dar-se ao luxo de qualquer coisa parecida com Tiananmen? Que ela tem poder para enfrentar o mundo, tem-no, decerto; mas terá poder para enfrentar os mercados sobre os quais tudo perigosamente assenta? E, por outro lado, exercendo a sua milenar sabedoria, e fazendo jus ao mote de Deng Xiaoping um país, dois sistemas, terá margem para justificar esse recuo? Irá ainda a tempo?
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 2 dias

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2 comentários:
Foi só em Hong Kong... Isto foi o qu eu pensei quando a notícia chegou. Depois, pensei que talvez, talvez seja uma chama que se descontrole.
Beijinhos Marianos, Ricardo! :)
Não acredito no descontrolo. A pequenez do território é inversamente proporcional à sua importância económica e simbólica. Mas é um problema bicudo.
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