Terça-feira, Março 30, 2010

caderninho

Aquilo que nos ofende profundamente e supomos injusto a respeito do que pensamos, fazemos ou somos, não é tão simplesmente injusto quanto o supomos. José Marinho
presença, n.º 31-32, Coimbra, Março-Junho de 1931

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