Double Vies (Non-Fiction), de Olivier Assayas, França, 2018 («Selecção oficial - Fora de competição»). O registo da comédia para falar das questões do nosso tempo é uma abordagem possível, e muitas vezes desejável, desde que não evidencie o encantamento do realizador por si próprio, perigo em que por vezes este incorre, com tanta profundidade a vir ao de cima, e que, por exemplo em Woody Allen, não. Mas nada a apontar, e Juliette Binoche, rapariga da minha idade, continua a ver-se muito bem -- que é uma das coisas que sempre me interessa nos filmes: grandes actrizes -- que ela é (e os outros também) --, de preferência mulheraçamente bonitas, que é uma definição cá minha.
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 2 dias
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2 comentários:
A Juliet Binoche vai sempre bem, mesmo quando o filme é mauzito e é linda mesmo!
Sem dúvida! no entanto, o filme é um pouco mais que mauzito :)
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