Repetindo-me, agora que as dejecções comunicacionais procuram convencer-nos das grandes dificuldades por que passaria a Rússia -- a Ucrânia, como sabemos, está destruída e despovoada, mas triunfa em toda a linha, segundo estes (barda)mé(r)dia --, o estadista corre o sério risco de receber um bonito galardão.
É verdade que (repetindo-me, que hei-de fazer?), se candidatou a presidente da Ucrânia garantindo que faria a paz com a Rússia. Foi uma aposta lógica do eleitorado: fora do sistema, entertainer televisivo, etnicamente nem ucraniano nem russo, mas judeu de língua materna russa, muito terão sido os cidadãos de ambos os lados que nele votaram.
Capturado pela estratégia neocon americana -- e nem preciso de vir com a conversa gasta, não sei se verdadeira se falsa de ele ter sido comprado --, o estadista fez-se um títere dos americanos; com a mudança Trump, passou a mandar na UE, dirigida por insignificantes inconscientes (uns estúpidos que deixarão que Zelensky nos arraste para a sua guerra, se não forem travados pelos cidadãos).
Parece que a Ucrânia é o suprassumo no que respeita a drones e coisas assim. Fantástico. Seria preciso ver o que era a Ucrânia quando ele tomou posse e o que é a Ucrânia hoje. E porque está assim. O contributo deste heróico estadista foi inestimável, o Nobel da Paz dos Cemitérios para ele.
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