quinta-feira, abril 21, 2011

o meu poema nada sabe de si / nem sabe pedir
António Jacinto

2 comentários:

Paulo Cunha Porto disse...

mas a escrita à revelia dos versos dele é tão mais valiosa... ao jeito da Caridade no sentido de Comunhão que não se fez implorar.

Abraço e Boa Páscoa para Todos os Teus

RAA disse...

poesia pura, meu caro

um abraço