Quando comecei a ver o 007 no cinema -- com o Roger Moore --, era mais ou menos como assistir a uma còboiada na Guerra Fria: os índios eram os soviéticos. E era giro. Agora, também não deixa de ser interessante. Menos gadgets, mas a dose necessária de Aston Martin, perseguições, pancadaria e um James Bond torturado e com um passado espesso.
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 12 horas

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