A adolescência é fodida, parece que faz parte. O filme é talvez um pouco desequilibrado, porque no dédalo das recordações, uma se sobrepõe enormemente às outras; mas a forma dilaceradamente sensível como Desplechin no-la dá é admirável. O mesmo se passa com os actores: o consagrado Mathieu Amalric e os novos Quentin Dolmaire e, sobretudo, a perturbante Lou Roy-Lecollinet
um artigo sobre Assis Esperança
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Integrando o grupo do* Suplemento Semanal Ilustrado* do jornal *A Batalha*
e da revista *Renovação, *ambos publicados sob a égide da central
anarco-sindi...
Há 13 horas

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