António José Saraiva, exilado em França, viveu o Maio de 68. Dele deixou testemunho em Maio e a Crise da Civilização Burguesa, que acabei há pouco de ler. Primeira impressão: o mesmo estofo intelectual que se vê nos seus trabalhos de história da cultura; o ex-militante comunista, tido por guardião da ortodoxia jdanovista nos tempos da Vértice, surge liberto, aspirando a grandes golfadas o ar livre da insurreição; clara atracção pelo anarquismo; crítica lucidíssima ao sovietismo.
correspondências
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* Mário Lyster-Franco a Ferreira de Castro* (1928) .../... *«É *o amargo
tributo dos triunfadores, meu caro Ferreira de Castro! V. sabe-o
infinitamente, ...
Há 12 horas
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