"Porque não é livre quem não sabe distinguir o verdadeiro do falso." Paulo Guinote concluía assim a crónica da passada segunda-feira no DN, a propósito de um exemplo prático, num telejornal qualquer, de equiparação entre ciência e pseudociência, entre a razão e estados de espírito, "sensibilidades", tendências, inclusões que levam a oclusões, mas das cerebrais, de efeitos semelhantes às outras.
D de 'Desconhecido'
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«Nem sempre o que é grande é o mais belo; e a maior fascinação reside
sempre no que é desconhecido.»
*Pequenos Mundos e Velhas Civilizações *(1937-38)
Há 4 horas
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