"Porque não é livre quem não sabe distinguir o verdadeiro do falso." Paulo Guinote concluía assim a crónica da passada segunda-feira no DN, a propósito de um exemplo prático, num telejornal qualquer, de equiparação entre ciência e pseudociência, entre a razão e estados de espírito, "sensibilidades", tendências, inclusões que levam a oclusões, mas das cerebrais, de efeitos semelhantes às outras.
EMIGRANTES, uma bernarda no romance português (1)
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*Pus o meu sonho num navio*
(Cecília Meireles)
*1. *Romance fundamental de Ferreira de Castro, *Emigrantes*, publicado em
1928, inicia uma nova fase do ...
Há 8 horas
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