«Uma vez aberto, jamais pode fechar-se: um livro / abre-se para sempre onde outra luz em luz começa.»
Coágulos (2002) - «O livro»
RESISTIR É VENCER (Xanana Gusmão / José Mário Branco)
«Uma vez aberto, jamais pode fechar-se: um livro / abre-se para sempre onde outra luz em luz começa.»
Coágulos (2002) - «O livro»
«O meteoro, a linha de água, o vento, e ninguém.»
Coágulos (2002)
«Tangível à noite, uma figueira cega persiste junto à cal.»
Coágulos (2002)
«Ela é conforme a noite, e sob as dunas, perdida-»
Coágulos (2002)
«Tantas vezes me ocorreu já / quebrar o sol / na zincagem da sanzala, camaradas / Mas esta terra espanca-nos / de sede»
A Paixão das Armas (1983) - «Esta terra espanca-nos de sede»
«A pátria existe na carne»
A Paixão das Armas (1983) - «Ao ouvido do muro»
«Na fronte a unção da terra / a arma, o dólman / guardando dentro o coração»
A Paixão das Armas (1983) - «Sobre o Clamor das Fardas»
«O que da espada é brilho em nada nos protege.»
A Paixão das Armas (1983) - «Recado (quase prosaico) ao que chegou de Ceuta a manquejar dum olho»
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.