Trump ou Biden, a merda é a mesma. Pode ser que para os americanos, não; pois não se via um chefe de estado do jaez do Donald pelo menos desde os tempos do Bokassa I. Mas, por muito palhaço e patife que o Trump fosse -- e era-o -- sempre tinha a noção de não se armar em chico-esperto com os russos. Uns dizem porque era um homem deles. Então mostrem.
A Rússia, graças a Deus, Nosso Senhor Jesus Cristo, é o único estado que de facto põe os patifes dos americanos em sentido. É assim a vida, e ela é muito mais bela ou menos cinzenta com este facto. (Quando falo em patifes dos americanos, leia-se o velhaco do Clinton (talvez o tipo mais miserável que se sentou na sala oval) e a marioneta do Bush filho, orquestrada pelos gangsters que conhecemos -- Cheney Rumsfeld e restante escória.) de facto, Donald só há um, o Pato...
Quando oiço o Biden dizer que os Putin vai pagar, farto-me de rir, e lembro-me do Snowden, da Crimeia -- podem vir cacarejar o que quiserem, mas a vontade do povo da Crimeia foi cumprida, e é só mesmo isso que interessa -- o resto é conversa fiada de vendidos e oportunistas para entreter os incautos --; já para não falar no nordeste da Ucrânia, manigâncias da Alemanha para maçarem os russos, a que estes respondem como responde sempre uma grande potência imperial a picadelas de moscardos (e nem vale a pena falar na Geórgia, quando da golpada do agente americano que por lá andou).
Eu gosto da Rússia, país e cultura extraordinários, embora nunca lá tenha estado; também gosto muito da América, enquanto paisagem cultural. Só não gosto que me atirem areia para os olhos.
E já agora, a propósito de manigâncias: estão à espera de quê para ir buscar-lhes a vacina? (O primeiro estado a fabricar uma.) Que a Alemanha deixe?
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