Mostrar mensagens com a etiqueta António Jacinto. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta António Jacinto. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, janeiro 21, 2026

2 versos de António Jacinto

«Ao "desamparinho" da tarde / Os coqueiros são lento adeus» 

Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Saudades»

terça-feira, novembro 25, 2025

2 versos de António Jacinto

«fusão do céu e do mar / linha que não se divisa» 

Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Paisagem concentracionária»

quinta-feira, novembro 06, 2025

3 versos de António Jacinto

«varrida pelos vento do Sara / tu Poesia / num aceno só para mim.» 

Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Monte Gracioso»

segunda-feira, setembro 29, 2025

2 versos de António Jacinto

«Fraternidade nas lágrimas / que dos teus olhos mereço» 

«Lutchinha», Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985)

domingo, julho 21, 2024

2 versos de António Jacinto

«O meu poema nada sabe de si / nem sabe pedir» 

Poemas (1961)

segunda-feira, julho 08, 2024

2 versos de António Jacinto

«E eu a querer, a querer a Maria / e ela sem se dar» 

Poemas (1961)

terça-feira, junho 18, 2024

4 versos de António Jacinto

«Se o corpo mais que a alma sentia / e se todo ele existia / porquê porquê ai porquê / a insatisfação que se sente e não se vê?»

Poemas (1961)

quinta-feira, maio 23, 2024

3 versos de António Jacinto

«Teresa Mulata / -- alumbramento de muito moço -- / pegada por um pobre d'Ambaca» Poemas (1961)

terça-feira, maio 14, 2024

3 versos de António Jacinto

«O café vai ser torrado, / pisado, torturado, / vai ficar negro, negro da cor do contratado.» Poemas (1961)

quinta-feira, fevereiro 29, 2024

colagens

«Janela fechada»

«Tua gruta, Vesúvio» 

«Um pouco de poesia»


1, Sebastião da Gama

2. Dick Hard

3. António Jacinto


sábado, outubro 21, 2023

antologia improvável #518 - António Jacinto


 UMA QUADRA


Que dos céus as estrelas desçam esculpidas em mármore

E se abatam em mim na dureza pétrea e existente;

E do chão abafado e maldito onde não desponta árvore

Crescerá num volume duro meu canto humano e quente.


Poemas (1961)

sábado, setembro 23, 2023

antologia improvável #510 - António Jacinto


AUTOBIOGRAFIA


O teu sorriso

espelhado em meus olhos, Mãe;

Um pouco de Poesia

a ilimitar todo o presente;

E a Vida sorrindo também

ao futuro humano que se pressente.


Poemas (1961)

segunda-feira, abril 23, 2018

«e ele dizia-me, se tu / fores um poema de amor / eu apaixono-me por ti, e / eu desaparecia boca / fora para dentro dele» Valter Hugo Mãe, O Resto da Minha Alegria (2003)

«No pensar que é a vida que se estua / a ilha continua» António Jacinto, «Paisagem concentracionária», Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985)

«Um sino toca algures onde se enlouquece.» José Agostinho Baptista, «Anoitecer», Agora e na Hora da Nossa Morte (1998)

quinta-feira, março 22, 2018

«Podes tu, que apenas chegas e tudo ignoras / das traiçoeiras dificuldades experimentadas / nos lameiros que atolam o percurso / antes da pirâmide, proferir a primeira // palavra, como quem percute em festa / o cristal novo do sino alvissareiro.» Rui Knopfli, «Notas para a regulamentação do discurso próprio -- 1.»,  O Corpo de Athena (1984)


«Flor é esta entre os lábios / Rosa vermelha de cio», António Jacinto, «Lutchinha», Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985)


«A palaciana / Casa / Do Sul / Destruída / Pelos bárbaros», Alberto de Lacerda, «611 West 17th -- Austin»Átrio (1997)

quinta-feira, abril 21, 2011

o meu poema nada sabe de si / nem sabe pedir
António Jacinto