«Ao "desamparinho" da tarde / Os coqueiros são lento adeus»
Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Saudades»
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
«Ao "desamparinho" da tarde / Os coqueiros são lento adeus»
Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Saudades»
«fusão do céu e do mar / linha que não se divisa»
Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Paisagem concentracionária»
«varrida pelos vento do Sara / tu Poesia / num aceno só para mim.»
Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985) - «Monte Gracioso»
«Fraternidade nas lágrimas / que dos teus olhos mereço»
«Lutchinha», Sobreviver em Tarrafal de Santiago (1985)
«Se o corpo mais que a alma sentia / e se todo ele existia / porquê porquê ai porquê / a insatisfação que se sente e não se vê?»
«Teresa Mulata / -- alumbramento de muito moço -- / pegada por um pobre d'Ambaca» Poemas (1961)
«O café vai ser torrado, / pisado, torturado, / vai ficar negro, negro da cor do contratado.» Poemas (1961)
«Janela fechada»
«Tua gruta, Vesúvio»
«Um pouco de poesia»
1, Sebastião da Gama
2. Dick Hard
3. António Jacinto
UMA QUADRA
Que dos céus as estrelas desçam esculpidas em mármore
E se abatam em mim na dureza pétrea e existente;
E do chão abafado e maldito onde não desponta árvore
Crescerá num volume duro meu canto humano e quente.
Poemas (1961)
AUTOBIOGRAFIA
O teu sorriso
espelhado em meus olhos, Mãe;
Um pouco de Poesia
a ilimitar todo o presente;
E a Vida sorrindo também
ao futuro humano que se pressente.
Poemas (1961)
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.