1. As crianças são educadas pelos pais e em família. ponto final, parágrafo.
2. O Estado tem uma missão supletiva e de defesa das crianças em risco. Ou deveria ter, se não estivesse pejado de burocratas com o intelecto em ponto-morto -- veja-se o grotesco caso de Inês Teotónio Pereira.
3. O PS, minado e vesgo (e nas tintas para o seu eleitorado) diz parvoíces, cede à técnica de amalgamar alhos com bugalhos, para além de querer marcar pontinhos políticos, encostando o PSD ao porquito do Chega. Não só se marimba em boa parte do seu eleitorado que vê com repulsa estes avanços do lóbi lgbt, como não quer saber o que defende por exemplo a Confederação das Associações de Pais. Há-de ter um lindo enterro.
4. O incomensurável ex-ministro João Costa, que se distinguiu como sec. de Estado por perseguir dois adolescentes, cujos pais determinaram que não queriam os filhos expostos a badalhoquices, tinha de reagir. É o campeão desta coisa, devidamente medalhado, apesar de ter sido um zero como ministro. É ver o estado em que deixou a escola pública.
5. Técnica do amálgama: fazer de conta que não é disto que estamos todos a falar, mas falar no ambiente, na recolha do lixo, noas regras do trânsito, no empreendedorismo... Ou, forçando a nota, falar do racismo, da homofobia, encostar a sensatez à extrema-direita.
6. No meu caso, gosto sempre de o dizer, é para o lado que durmo melhor. Não reconheço autoridade a ninguém para dizer se sou de esquerda ou de direita; muito menos a uns quantos que têm sonhos pedagógicos em organizar horas do conto infantis lidas por drag queens... (não estou a inventar).
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