«Meu Deus, dai-me esta calma, esta pobreza! / Dou por elas meu trono de Princesa, / E todos os meus Reinos de Ansiedade.»
Charneca em Flor (póst., 1931) - «Rústica»
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
«Meu Deus, dai-me esta calma, esta pobreza! / Dou por elas meu trono de Princesa, / E todos os meus Reinos de Ansiedade.»
Charneca em Flor (póst., 1931) - «Rústica»
«O mundo! O que é o mundo, ó meu Amor? / -- O jardim dos meus versos todo em flor...»
Charneca em Flor (póst., 1931) - «Versos de orgulho»
«Olhos a arder em êxtases de amor, / Boca a saber a sol, a fruto, a mel; / Sou a charneca rude a abrir em flor.»
Charneca em Flor (póst., 1931) - «Charneca em flor»
«Andam pombas assustadas / No teu olhar adejando,»
Trocando Olhares (póst., 1994)
«Venho da charneca ao entardecer / tão cheia de tristeza e saudade»
Insolúvel Flautim (2023) - «Florbela: carta da herdade»
«Esmaguei meu coração / Para o triste te esquecer,»
Trocando Olhares (póst., 1994)
«O fado é andar doidinha / Perdida plos olhos teus»
Trocando Olhares (póst., 1994)
«Eu quero viver contigo / Muito juntinhos os dois / O tempo que dura um beijo,»
«Trocando Olhares» (póst., 1994)
«Trata por tu a mais longínqua estrela, / Escava com as mãos a própria cova / E depois, a sorrir, deita-te nela!»
«A uma rapariga», Charneca em Flor (póst., 1930)
«Coveiros, só o corpo é novo, / Que há poucos anos nasceu; / Fazei-me depressa a cova / Que a minha alma morreu.»
«Trocando Olhares», Antologia Poética
«Desde que o meu bem partiu / Parecem outras as cousas:»
in «Trocando Olhares», Antologia Poética
«Para que quero eu os olhos / Se não servem pra te ver?»
in «Trocando Olhares», Antologia Poética
«Quem noites só conheceu, / Não pode cantar auroras.»
Trocando Olhares / Antologia Poética
«Andam sonhos cor do mar / Nas minhas quadras, imersos,»
«As quadras d'ele», Antologia Poética
«Lá passa a doida cantando / Num suspiro doce e brando / Que mais parece chorar!»
«A doida», Antologia Poética (ed. Fernando Pinto do Amaral)
«Um idílio passou à minha rua / Ontem a horas mortas e caladas,» Antologia Poética (2002)
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.