Björk, política, grita pelos povos oprimidos. Está muito bem, por mim (lindas legendas gregas). Também gosto de ouvi-la a partir dum ponto de vista mais individual, libertário.
Branquinho da Fonseca (1905-1974)
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*O Barão* (1942). O auge da narrativa modernista, uma das melhores novelas
de sempre.


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