«-- A Lua / Assoma à crista da montanha. / Em sua luz se banha / A solidão de vozes que segredam...»
A Cinza das Horas (1917) - «Paisagem noturna»
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.
1 comentário:
«Meu verso é sangue. Volúpia ardente... / Tristeza esparsa... remorso vão... / Dói-me nas veias. Amargo e quente, / Cai, gota a gota, do coração.»
Manuel Bandeira (1886-1968), "Desencanto" De «A Cinza das Horas» (1917)
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