quarta-feira, janeiro 14, 2026

imagine-se Cotrim e os outros quando tudo arde... voto pelo seguro, mas no almirante

Ucrânia? Qual Ucrânia?... Neste momento tudo está a esfrangalhar-se, os imperialismos pujantes, a Europa de calças na mão, desprezada e detestada pela Rússia, esbofeteada pelos Estados Unidos graças à situação em que ela própria se colocou nos últimos anos: não é tanto a autonomia militar que a Europa não tem, mas a sua autonomia estratégica: nunca podendo ser uma entidade política coerente enquanto não se confederar, preferiu ser lacaia da América e comprar a inimizade da Rússia. Tem agora a paga e é bem feito.

Neste quadro de pernas para o ar, não quero ter como presidente um vazios das redes sociais ou um bonzo com décadas de política partidária. Não faço juras por Gouveia e Melo, mas sei que ninguém como ele, dentre os candidatos com possibilidade de eleição está tão preparado para estar à frente do país nestes tempos complicados, nenhum tem como ele o entendimento geohistórico, estratégico e político do país; e, assim o creio, nenhum dos outros terá a força para salvaguardar o país de ser ver enredado em guerras criadas por terceiros, para os outros morrerem por si. E acima de tudo, não tratar o povo português como uma nação de patetas.

O homem cuja acção durante a Covid19 foi um exemplo à escala mundial, o militar experimentado que insiste em não facilitar ou gestores de meia tijela e políticos palavrosos e com pouca substância? Sim, voto pelo seguro, mas no almirante.

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