«A tarde lenta cai. E cai também / Uma melancolia venenosa, / Meu Deus! que se não sabe de onde vem...»
«À tarde», Comigo (1912)
conservador-libertário, uns dias liberal, outros reaccionário. um blogue preguiçoso desde 25 de Março de 2005
Segue-se a norma adoptada em Angola e Moçambique, que é a da ortografia decente.
2 comentários:
«E não me assusta a morte! Só me assusta / ter tido tanta fé na vida injusta / ... e não saber sequer pra que a vivi!»
Manuel Laranjeira, "Comigo – Versos dum Solitário" (1912)
Wow, those lines are so evocative. I love the way they capture that feeling of a slow afternoon and a sudden, inexplicable sadness. The phrase "a poisonous melancholy" is so powerful it perfectly describes that heavy, unsettling feeling that seems to come out of nowhere. It's a beautiful and raw piece of poetry. Thanks for sharing.
Enviar um comentário