Entrara na estalagem e pedira o caldo.
Contrariado, ainda não comprara o Mercúrio.
O rei agonizava. O jovem príncipe, um pequeno génio desinteressado dos assuntos de estado, passava os dias no laboratório, classificando as espécies zoológicas e botânicas do reino, trocando com sábios de Uppsala e Cracóvia os resultados das suas experiências.
A rainha perdera a vergonha, dizia-se. O duque de Bruff não lhe bastara. Nem o leito. Comentava-se que rodava indecorosamente pelos palafreneiros da estrebaria real.
Sentia as pessoas inquietas. O exércitos imperiais movimentavam-se sem pudor na fronteira oriental.
Não tinha o Mercúrio para ler, e o caldo tardava.
gravura: Théophile Schuler
errâncias
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*«O *Sr. Not, tão pobre de gestos e expressões como de letras é o seu nome,
aponta, na soleira da porta, um cão ladrando furiosamente para o céu, onde
os...
Há 12 horas
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2 comentários:
:) Gostei!
...da gravura também - que típico retrato!
É irresistível.
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