VAIDADE
Eu vim predestinada a este mundo!
O que sinto pairar no meu destino
tem, por ser entusiástico e profundo,
a calorosa vibração dum hino!
Não me detenho em mim. Não me defino.
-- Olho o mar, sem medir quanto ele é fundo...
Se vejo a chama dum clarão divino,
do divino clarão toda me inundo!
Vida! Quero viver! Que o sofrimento
seja fumo arrastado pelo vento
e que eu realize a glória que senti!
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-- Pela estrada do Orgulho iam meus passos...
E ao fim de tudo, -- vês? -- pendem-me os braços,
canso, e pergunto a Deus: -- Porque nasci?
Renúncia
dos pórticos
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*«Volto *as gavetas sobre a minha mesa de trabalho, como se nela virasse o
açafate doméstico, contendo apenas as migalhas dos dias vividos, de que se
ap...
Há 6 horas
2 comentários:
O Orgulho pode ser um abismo infindável!
Até sempre
E quanto maior...
Até breve, Aldina.
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