«Era vulto apardaçado nos extremos, erguendo, algures para o céu, um mamilo vulcânico e deixando que a sua encosta central se doirasse, suavemente, na luz matutina. Visto de longe, a medrar, a medrar parecia recém-nascido no mistério oceânico, para enlevo de olhos fatigados pela monotonia marítima.» Ferreira de Castro, Eternidade (1933)
sexta-feira, janeiro 30, 2026
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