Para um futuro blogue. Nesta lista de 150 portugueses, houve lugar para quatro ou cinco consortes, entre os quais não se contam duas das mais célebres: Isabel de Aragão (a "rainha santa", 1271-1336) e Filipa de Lencastre (1360-1415) -- 150 são só 150... A primeira a aparecer é, obviamente, Mafalda de Sabóia, pelo simples facto de ser a rainha inicial do novo estado. Filha de Amadeu III de Sabóia, o Cruzado, e de Mafalda de Albon, o consórcio com uma casa transalpina, ocorrido em 1146 -- já após o Tratado de Zamora (1143), em que Afonso VII reconhece ao seu primo o título de rei -- deveu-se, por certo, a garantir a permanência da autonomia do novo reino, mais difícil num matrimónio com uma princesa leonesa-castelhana. D. Mafalda teve sete filhos, iniciando uma dinastia que reinou por oito séculos, e que na verdade, parecendo dividir-se em quatro é apenas uma, estendendo-se até hoje nas pessoas de D. Duarte, duque de Bragança, e seu filho Afonso. Jaz, ao lado do marido, no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra -- Coimbra, a primeira capital do reino.
as biografias de Jaime Brasil
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Há 12 horas
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