pedes-me palavras
(só tenho as sílabas do desespero para te dar)
pedes-me amor
(nada mais vislumbro senão carne faminta a saciar)
pedes-me a imortalidade
e eu ergo o muro da descrença de alguma vez te ter
ETERNIDADE: canto de morte e de amor (1)
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*1. Contrição. **Eternidade*, romance de Ferreira de Castro, publicado em
1933 pela Guimarães – o primeiro na que seria a sua editora de referência
–, te...
Há 18 horas
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2 comentários:
Que bonito...
Obrigado, Sofia.
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