MAJESTIC CAFÉ
No Majestic meninos (e meninas)
Alargam orelhas
Inclinados no estuque.
Azedam natas.
Bebe-se café à chávena.
Majestic Café.
Vidro lapidado agreste
Incita à entrada
E dentro dos espelhos a cismar
Já não se cospe.
Cuspiu-se na latrina.
Mesmo assim gris
Do sopro saturado do café e
Das risadinhas das almas.
Vida Quotidiana e Arte Menor / A Alegria do Mal -- Obra Poética I
as biografias de Jaime Brasil
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*Victor Hugo* *«**O Século XIX, que nasceu ao fragor das batalhas e sobre
ruínas fumegantes, não foi belicoso nem destruidor. Pode considerar-se
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Há 12 horas
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