Creio que foi sexta-feira ao almoço que vi no restaurante umas imagens do director da PJ, Luís Neves, a propósito do foragido Rendeiro. Segundo o que consegui então ler, dizia que o homem seria apanhado e que a PJ tinha tempo e paciência para levar a cabo a sua missão. Sábado acordei com a notícia da detenção do dito na África do Sul. Portanto, enquanto estava a proferir aquelas declarações, já tinha o homem localizado e controlado pela polícia sul-africana. É de mestre. E revela também um bom e saudável sentido de humor.
ETERNIDADE: canto de morte e de amor (1)
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*1. Contrição. **Eternidade*, romance de Ferreira de Castro, publicado em
1933 pela Guimarães – o primeiro na que seria a sua editora de referência
–, te...
Há 18 horas
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