A vida continuava normal, dromedária.
A Torre da Barbela
errâncias
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*«O *Sr. Not, tão pobre de gestos e expressões como de letras é o seu nome,
aponta, na soleira da porta, um cão ladrando furiosamente para o céu, onde
os...
Há 9 horas

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2 comentários:
Gostei daquela parte em que Madeleine vem de Paris para passar umas férias com os primos Barbelas. Piores do que estes eram os Beringelas, conserveiros de enguias e trutas assalmonadas. E tudo ali à beira do Lima, o Letes, o rio do esquecimento...
P.S. Na verificação de palavras vou ter de introduzir os caracteres "marre". Por amor de Deus, haja decência neste blogue!
(E depois ainda proclama que não permite comentários anónimos!)
ahahah, é com cada brejeirada nesse verificador...
ah, a Madeleine... "la bohème", canta o Aznavour mais abaixo...
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